o sonho dentro de um sonho

novembro 29, 2008

é uma coisa que doi e que me faz soltar lagrimas salgadas de mim, mas ao mesmo tempo me faz sorrir ao pensar que um dia ela esteve por aqui, tão perto. E mesmo que seja só uma garota, mesmo que seja apenas uma garota; foi a garota de quem eu gostei com pouco tempo, acho que 8 horas depois eu já sabia o que tinha em mim. Não sei bem, mas pode ser apenas um carinho absurdo, uma nova amiga ou qualquer outra coisa que há de vir. Mas, desde hoje, falarei mesmo que não esteja na hora e que não esteja no tempo. A vida tá aí. Vai ficar parado?

Em uma conversa com Aris sobre o nome da música da legião urbana “geração coca-cola”, falei que não eramos a geração coca-cola e que não eramos a geração de nada, que não existe nada para dar um up nessa geração “massificada de consumo”. Foi quando Aris falou da “geração kuat”. MAS NINGUÉM TOMA KUAT! Pois é, segundo ela, sem gosto, sem cor, sem graça. E, às vezes, concordo até com ela. :/

@ beijo para a Laiza e Luana pelo video ultra foda. ;*

Em uma folha branca, escrevendo o que me dizem que sou. Nada de peneira, nada de pano que coa café. Dizem que sou um arame farpado nos pés do muro, que não abro mão do meu bem estar para sentir as pessoas, que não me importo com coisas pequenas, que finjo não sentir o que sinto e que não choro. Alguém tem razão? Hoje não. Tudo que vem é lágrima, nada de palavras.

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