é de lágrima que faço um mar pra navegar
novembro 9, 2008
Em uma folha branca, escrevendo o que me dizem que sou. Nada de peneira, nada de pano que coa café. Dizem que sou um arame farpado nos pés do muro, que não abro mão do meu bem estar para sentir as pessoas, que não me importo com coisas pequenas, que finjo não sentir o que sinto e que não choro. Alguém tem razão? Hoje não. Tudo que vem é lágrima, nada de palavras.
‘eu também’ sou a pedra, a folha seca mais sensível que existe.
;*
texto lindo .
eu ia Falar mais Não te conheço Bem .
eu não te conheço bem, mas mesmo assim falei. desculpa.